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É raro o enxerto não conseguir reconstituir a medula óssea no doente.

Em menos de 5% dos casos de transplante alogénico o doente rejeita o enxerto. Quando isso acontece, o doente deve ser transplantado novamente, depois de se fazer novo tratamento para suprimir de forma mais eficiente o sistema imunitário do doente. Pode-se utilizar novo enxerto do mesmo dador, sem que isto envolva qualquer risco especial para este.

 

Por vezes, depois de autotransplante observa-se atraso da recuperação do número de células do sangue ou mesmo falência do enxerto. Isto pode dar-se em consequência de uma insuficiência de células progenitoras da medula. Para evitar que isto aconteça, depois de se colher o enxerto, fazem-se análises para avaliar a qualidade e a quantidade de células progenitoras. Mas mesmo com enxertos com o número de células considerado suficiente, o enxerto pode não funcionar bem depois de transplantado. Nesses casos, os doentes podem necessitar de transfusões durante vários meses.

 

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